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Cassino Galaxy é inaugurado em Macau, China

O luxuoso cassino recebeu investimento de 1,3 mil milhões de euros


15/05/2011


Redação Web Luxo


O grupo Galaxy Entertainment, inaugurou neste  domingo o seu sexto empreendimento turístico, avaliado em 1,3 mil milhões de euros, cerca de 2,9 milhões de reais, na zona de cassinos do Cotai.

Com área de 550 mil metros quadrados entre as ilhas da Taipa e Coloane, o "Galaxy Macau" será o novo vizinho e concorrente do Venetian, operado pela norte-americana Las Vegas Sands, que foi parceira da Galaxy na sua entrada no mercado de jogo em Macau, em 2002, onde ostenta o maior cassino do mundo.





O "Galaxy Macau" tem cerca de 600 mesas de cassino e 1.500 máquinas espalhadas por cinco zonas distintas de jogos, que resultou em um investimento de 14,9 mil milhões de dólares de Hong Kong (1,3 mil milhões de euros). O investimento também oferece três hotéis de cinco estrelas geridos por marcas asiáticas, a "Galaxy", a japonesa Okura e a Banyan Tree, de Singapura, que contarão com 2.250 quartos, suites e 'villas'.



Nos novos quartos, a Galaxy Resorts, que abre o seu sexto espaço de jogo em Macau, cobra preços que podem variar entre as 2.500 patacas (220 euros - 500 reais) e as 50.000 patacas (4.390 euros - 1.090 reais). O resort terá uma praia artificial com 350 toneladas de areia numa área de 4.000 metros quadrados capaz de acomodar mil pessoas, a maior piscina com ondas do mundo, 50 restaurantes e bares, áreas comerciais, além de várias salas de cinema com capacidade para mil espectadores com tecnologia 3D, além do clube noturno "China Rouge", inspirado na Xangai da década de 30.



O complexo, que começou a ser construído em 2004, será o único do gênero a abrir as portas este ano, é o 34.º espaço de jogo do território e terá ainda espaços comerciais e um spa.





A operadora de jogo, que controla cerca de 10 por cento do mercado de Macau, prevê contratar ainda mais 1.000 trabalhadores desde domingo, além dos 7.500 que já recrutaram para o novo empreendimento e dos quais 5.500 são locais.

Fotos: Reuters