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Várias aplicações para iOS gravam tudo o que você faz usando a tela do seu smartphone

Apple dá ultimato ao programadores de aplicaticos: Ou param de gravar as telas ou saiam da App Store.

Surgiu ontem (07/02) a notícia de que várias aplicações populares para iOS gravam aquilo que os utilizadores fazem a partir da tela do seu smartphone ou tablet, sem qualquer aviso nem pedido prévio de autorização. Umas horas depois a Apple reagiu.

A Apple começou a notificar os desenvolvedores que usam o código de gravação de tela em seus aplicativos para divulgá-lo aos usuários ou removê-lo completamente, se quiserem manter seus aplicativos na App Store.

A mudança ocorre depois que um relatório do TechCrunch mostrou que muitos aplicativos não divulgam tal atividade para os usuários, e alguns dados confidenciais do usuário foram comprometidos por meio de gravações de tela.

Citada pelo TechCrunch, que ontem revelou a situação, a marca da Apple que proteger a privacidade do utilizador é “fundamental” no seu ecossistema, relembra que é necessária autorização explícita para registar a atividade dos utilizadores.

“Notificamos os programadores que estão violando os estes termos e diretrizes de privacidade e tomaremos medidas imediatas, se necessário. Nossas Diretrizes de Revisão da App Store exigem que os aplicativos solicitem o consentimento explícito do usuário e forneçam uma indicação visual clara ao gravar, registrar ou fazer um registro da atividade do usuário.”

… acrescentou o porta-voz da Apple.

Air Canada, Abercrombie & Fitch, Singapore Airlines, Expedia, Hotels.com estão entre as aplicações que segundo a investigação, utilizam software de analítica de uma empresa chamada Glassbox. O serviço oferece uma espécie de “repetição de sessão”, que não é mais que uma gravação que mostra exatamente o que os utilizadores estão fazendo no seu celular. Cada toque, uso de botão ou texto escrito no teclado ou enviadas são gravados e enviados para os produtores do app.

O principal objetivo é compreender os hábitos e as dificuldades de utilização, para melhorar a experiência de navegação, sendo que o processo é configurado para impedir a recolha de dados sensíveis, tais como números de cartão de crédito, mas isso nem sempre é eficaz.

A publicação explica que, embora as empresas só tenham acesso aos registos da atividade que acontece nas suas aplicações, existe um potencial de roubo de informação, através de software que intercepta os dados.

“A sua aplicação usa um software de análise para recolher e enviar dados de utilizadores ou dispositivos a terceiros sem o consentimento do utilizador. As aplicações devem solicitar o consentimento explícito do utilizador e apresentar uma indicação visual clara ao gravar, registar ou fazer um registo da atividade do utilizador ”

… refere a Apple no e-mail de aviso.

A marca da maçã diz que proteger a privacidade do utilizador é “fundamental” no seu ecossistema e lembra aos criadores de apps que precisam de autorização explícita para registarem aquilo que os utilizadores fazem no telefone.

Via |  TechCrunch

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