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Tela de Basquiat alcança valor recorde de U$ 110,5 milhões em leilão

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Um quadro do proeminente pintor da segunda metade do século XX Jean-Michel Basquiat foi leiloado pela Sotheby’s, em Nova York.
É uma pintura pouco vista de Jean-Michel Basquiat que foi vendida por 19 mil dólares em 1984 alcançou atordoantes 110,5 milhões de dólares em um leilão da Sotheby’s nesta quinta-feira.

O japonês Yusaku Maezawa, conhecido empresário e fundador da gigante do comércio eletrônico Start Today, se tornou o novo proprietário de uma obra sem título de Jean-Michel Basquiat. Uma pintura pouco vista de Jean-Michel Basquiat que foi vendida por 19 mil dólares em 1984 alcançou atordoantes 110,5 milhões de dólares em um leilão da Sotheby’s na quinta-feira, o segundo maior preço já pago por uma obra de arte contemporânea.

O The Guardian informou que o colecionador arrematou a obra dez minutos depois de se iniciar o leilão. “Quando vi esta pintura, fui surpreendido com tanta emoção”, disse Maezawa ao explicar por que razão ofereceu um valor tão alto pelo quadro.

Este quadro não era conhecido pelo fato de ter estado numa coleção privada por mais de trinta anos. Agora deverá ser exposto em alguns museus antes de ser integrado no museu da cidade de Chiba, Japão, a terra natal de Yusaku Maezawa. Basquiat pintou o quadro em 1982 e não lhe atribuiu qualquer título. A pintura, que até quinta-feira mantivera-se desconhecida, tinha sido vendida, pela última vez, em 1984. Naquela época, rendeu apenas 19 mil dólares, de acordo com o câmbio atual.

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O total de vendas robusto de 319,2 milhões de dólares, que superou de longe a estimativa pré-venda de 277 milhões de dólares, apagou a lembrança da venda fraca de obras de arte impressionistas e modernas ocorrida só duas noites antes na Sotheby’s, agravada pela retirada de última hora de sua principal atração, uma obra-prima da fase inicial de Egon Schiele.

Só dois dos 50 itens à venda não foram arrematados na quinta-feira, a última noite das vendas de primavera, que são cruciais para a Sotheby’s e para sua rival Christie’s.

“Estamos vivendo uma época extraordinária”, disse Oliver Barker, especialista internacional sênior de arte contemporânea da Sotheby’s que também atuou como leiloeiro, enquanto funcionários extasiados da casa brindavam ao leilão.

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